Bateria nuclear pode durar 100 anos, mas você usaria no seu celular?

O processador, o armazenamento, os sensores, o software, as telas. Na miríade de componentes eletrônicos, tudo tem evoluído bem rápido. Mas existe um componente fundamental que precisa evoluir para as próximas gerações de eletrônicos, sejam eles carros autônomos ou devices vestíveis: a bateria. Quem viveu a época da Guerra Fria talvez tenha dificuldade de aceitar o que parece ser uma grande promessa para esse futuro, as baterias nucleares. 


Ainda que você sinta um certo incomodo em usar uma bateria nuclear em seu laptop, no colo, perto de seus genitais, a tecnologia parece estar evoluindo rápido. Em 2012, a empresa City Labs lançou uma bateria baseada em trítio, um gás radioativo. Do tamanho de um polegar, a bateria consegue fornecer energia contínua por mais de 20 anos. Dependendo da sua idade, talvez você tenha usado um relógio com marcações de hora e ponteiros acesos. Em muitos deles, o brilho que durava “para sempre” era feita a base de trítio. Em 2016, um canal especialista em experimentos químicos no Youtube chamado NurdRage criou uma bateria usando trítio. Por usar painéis solares, desses encontrados em calculadoras –

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