Hidrogênio verde transforma processos industriais e freia efeito estufa

Imagine um mundo em que as queimas de combustíveis levassem à emissão de água em vez de gás carbônico e não causassem impactos drásticos na natureza? Bem, esse cenário, apesar de distante de ser alcançado, pode ser possível e o hidrogênio verde é seu grande protagonista. Esse gás é abundante no mundo e se você passou margarina no pão hoje pela manhã, saiba que a produção desse elemento faz parte desde a fabricação das gorduras hidrogenadas até o combustível de foguetes.

A forma como este gás é produzido é que determina se ele é verde ou não, ou seja, que tem menos impactos no meio ambiente. Diversos países estão apostando nesse combustível e Bill Gates o defende em seu livro “Como uma das melhores inovações para frear o efeito estufa. Mas o que falta para termos o hidrogênio verde em escala global? Como ele é obtido e quais os seus benefícios para o meio ambiente? Esse gás pode ser mesmo uma opção de combustível para o futuro? Ecoa conversou com especialistas para responder essas e outras perguntas a respeito do tema.

O que é hidrogênio verde e como ele é obtido?

Como já mencionado anteriormente, o hidrogênio é um dos gases mais abundantes, não só da Terra, mas de todo o universo. A grande questão é separá-lo das outras moléculas e é justamente esse processo que irá dizer se ele é hidrogênio verde ou não. A produção do hidrogênio verde requer energia de f…

Veja mais em https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2021/05/29/hidrogenio-verde-o-combustivel-sustentavel-cuja-queima-produz-agua.htm?cmpid=copiaecola

Os Estágios de Oxidação da Estátua da Liberdade

A estátua da liberdade é revestida por uma fina camada de cobre – e essa era sua cor original. Entretanto, o passar dos anos fez com que a estrutura do monumento se oxidasse.

O processo de oxidação do cobre é bastante comum e ocorre quando este é exposto ao oxigênio, gerando uma crosta na coloração esverdeada. Com os anos, essa crosta foi se tornando parte da Estátua da Liberdade ao ponto de que é quase impossível imaginá-la de outra cor.

Entretanto, outros elementos químicos entraram em jogo para que a estátua adquirisse essa coloração, como explica um vídeo publicado pelo canal do Youtube Reactions. Veja abaixo, com opção de selecionar as legendas em português.

Estima-se que o processo pelo qual o monumento passou tenha levado cerca de 30 anos. Durante esse período, a estátua foi mudando de cor aos poucos, até ganhar o tom pelo qual é conhecida hoje.

É importante lembrar que a oxidação não gera danos à estrutura. A camada resultante dela inclusive ajuda a proteger o cobre de outro processo: a corrosão.

Estátua da Liberdade em 1886. Foto colorida digitalmente por Jecinci

Foto: Detroit Photographic Company

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O que é antimatéria e por que é o material mais caro do mundo?

Toda partícula tem uma gêmea oposta correspondente na natureza - Getty Images/iStockphoto

Toda partícula tem uma gêmea oposta correspondente na natureza

Imagem: Getty Images/iStockphoto

Marcelle Souza

Colaboração para Tilt

10/05/2021 09h46Atualizada em 10/05/2021 09h48

Antimatéria e antipartículas não são só coisa de filme de ficção científica. Apesar de durarem muito pouco, serem raras e caras de produzir —sério, estamos falando de trilhões de dólares—, elas têm sido estudadas em detalhes por muitas décadas e fazem os cientistas quebrarem a cabeça. Tanto esforço e dinheiro envolvidos nessas pesquisas têm uma boa explicação: elas podem, no futuro, revolucionar muitas áreas, gerar energia ou ajudar a medicina a detectar câncer.

A primeira antipartícula descoberta foi o antielétron (também chamado de pósitron), em 1932, por Carl Anderson, ao estudar raios cósmicos. Mas sua existência já havia sido prevista em 1928, quando o físico britânico Paul Dirac demonstrou a existência de algo oposto à matéria: a antimatéria. Dirac levou o Nobel de Física em 1933. É notável que alguém tenha concluído que uma partícula nunca antes vista deveria existir, apenas baseando-se em argumentos teóricos.

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