Curiosidades em Ciências

O que é o imenso “buraco” que a Nasa encontrou no Sol e o que ele pode causar

Normalmente, as ocorrências termofísicas do Sol e suas consequências são de uma magnitude que intriga e confunde cientistas. E o que está acontecendo atualmente não tem sido diferente e tem desafiado a compreensão de especialistas.

Correntes de vento solar – partículas carregadas expulsas da atmosfera solar – que podem chegar a uma velocidade de 400 km por segundo, o equivalente a 1,5 milhão de km por hora, têm ocorrido em velocidades duas vezes maiores.

Isso se deve aos chamados buracos coronais – fenômeno astronômico que ocorre na coroa (envoltório luminoso) do sol de tempos em tempos – quando os ventos passam a ser muito mais intensos: sua velocidade pode atingir 800 km por segundo.

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Não consegue lembrar? Cientistas descobrem como recuperar a memória

Do UOL, em São Paulo
12/12/201606h00

Você é do tipo que sempre esquece onde deixou as chaves? Não lembra o nome daquela pessoa que acaba de conhecer? Talvez um impulso magnético te ajude a recordar.

O local do cérebro onde são armazenadas memórias de curto prazo é diferente daquele que guarda as de longo prazo. Informações importantes, como o nome de uma pessoa que gostamos, permanecem em uma área preservada por conexões neurais. Já as memórias de curto prazo, também chamadas de memórias de trabalho, ficam em uma área como o desktop do computador, um local onde você pode colocar coisas novas que serão arquivadas ou excluídas.

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As salinas

 

A extração da flor de sal em Mossoró, RN. FOTO: Filipe Araújo

É o sol, é o sal, é a flor do sal

Um litro de água do mar contém em média cerca de 30 gramas de sal. Os rios, correndo em seu leito, dissolvem parte do sal existente na terra e nas rochas. Quando o rio desemboca no mar, o sal se deposita nele, formando uma mistura de água e sal. 

Calcula-se hoje que, se retirássemos todo o sal do mar formaríamos uma montanha de260 km de altura e cerca de 500 km de diâmetro na base. Mas como separá-lo da água para ser consumido em  nossas mesas? O que se faz é colocar a água salgada em tanques e aguardar que ela evapore. 

Assim, o sal bruto, que depois deverá ser refinado, sobra no fundo do tanque. A produção brasileira de sal concentra-se praticamente no Rio Grande do Norte (70%) e é de 2,5 milhões de toneladas por ano.


O sal já foi uma substância rara. Na Roma antiga, chegou a ser usado como dinheiro. Parte dos vencimentos dos soldados era paga com sal, o salarium, de onde se originou a palavra salário.
Para aprofundar sua pesquisa:
Saiba mais sobre sal.
É sol, é sal, é flor de sal

http://blogs.estadao.com.br/paladar/tag/flor-de-sal/

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Máquina transforma ar em água potável

Pessoal, olha que processo genial para se produzir água, baseado em conceitos simples da química

O designer australiano Edward Linnacre criou um sistema de irrigação que funciona com o princípio de transformar ar em água. Chamada de AirDrop, a técnica poderia representar ganhos relevantes à agricultura e à produção de alimentos em um planeta que comporta hoje 7 bilhões de pessoas e com crises alimentares em algumas regiões.

O sistema tira a água do ar e a devolve para o lugar de onde saiu, as raízes das plantas. (Foto: Divulgação)
O sistema tira a água do ar e a devolve para o lugar de
onde saiu, as raízes das plantas. (Foto: Divulgação)

A ideia é baseada no princípio da condensação do vapor em água líquida. Mesmo os desertos mais áridos do planeta oferecem alguma umidade em seu ar, e a ideia de Edward Linnacre foi criar estruturas que possam resfriar esse ar para extrair a água. O conceito seria muito útil em áreas assoladas por secas sazonais. Segundo Edward, o sistema “tira a água do ar e a devolve para o lugar de onde saiu, as raízes das plantas”.

O equipamento necessário é simples. Uma turbina para sugar o ar ambiente, canos subterrâneos feitos de cobre que receberão

o fluxo de ar para que ele circule e se resfrie em seu interior e estruturas que absorvam a água que se condensa no exterior dos encanamentos e a encaminhe para onde ela é necessária. Como o armazenamento da água é subterrâneo, é possível fazer a irrigação das plantas pela raiz. O sistema é subterrâneo porque o subsolo é mais frio e permite que a água se condense mais facilmente.

Edward também desenvolveu um sistema de monitoramento que permite, via monitor LCD, que o operador conheça os níveis de armazenamento de água, pressão do ar e das bombas e quanta energia há nas baterias – caso ele use energia solar.

O projeto AirDrop é totalmente sustentável e prevê também a possibilidade de alimentar a turbina e os demais sistemas – coleta e bombeamento de água – via energia solar. Mais do que “devolver a água para onde ela pertence”, o projeto pode até ajudar a matar a sede de populações de lugares que sofrem com escassez de água, como diversos países da África.

Via: James Dyson Award
Como a notícia pode cair no ENEM?

As mudanças de estado físico constituem um tópico muito cobrado na prova e podem se relacionar ao assunto ligações químicas ou a termoquímica. Dessa forma, é muito importante conhecermos as mudanças de estado de agregação, quais as ligações rompidas nessas mudanças e a quantidade de calor envolvida nas mesmas.

Veja o vídeo em:

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Nobel de Física de 2013 premia descoberta da ‘partícula de Deus’

  • O belga François Englert e o britânico Peter Higgs ganham o prêmio por causa da teoria que explica como as partículas adquirem massa

 

O prêmio Nobel de Física de 2013 é concedido a Peter Higgs e Francois Englert Erik Martensson / AP

ESTOCOLMO – Uma das mais importantes descobertas da ciência desde a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, rendeu o Prêmio Nobel de Física de 2013 para o belga François Englert, de 80 anos, e o britânico Peter Higgs, 84. Em trabalhos independentes, eles propuseram em 1964 a teoria que explica como as partículas adquirem massa, num processo que pode ser explicado pela existência do bóson de Higgs.

Apelidada “partícula de Deus”, o bóson de Higgs era a peça que faltava para legitimar o Modelo-Padrão da Física. Segundo esta teoria, formulada nos anos 1960, o Universo é composto de 32 elementos fundamentais. O bóson de Higgs era o único desses elementos cuja existência fora inferida, mas nunca comprovada.

Em 1964, três estudos independentes propuseram a existência do bóson como o responsável por dotar de massa todas as demais partículas. O primeiro foi de Higgs, o segundo de Englert e Robert Brout, que morreu em 2011. Houve ainda um terceiro estudo, mas que só veio depois e acabou excluído da premiação anunciada ontem.

A comprovação da existência da partícula só veio em julho do ano passado, no Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern). Nele fica o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), provavelmente o maior e mais complexo equipamento já construído na História. Dois grupos de pesquisa, o CMS e o Atlas, analisam a colisão de 40 milhões de partículas por segundo em um túnel circular de 27 quilômetros de comprimento.

Os mais de 6 mil pesquisadores envolvidos com o LHC usam aceleradores para chocar feixes de matéria. O próton é acelerado a 99,9999991% da velocidade da luz, conferindo-lhe uma grande quantidade de energia. Quando os prótons se chocam, o excedente de energia é dissipado na forma de partículas subatômicas, que são observadas por detectores, entre elas o bóson.

Segundo o professor de física Alberto Santoro, da Uerj, a “varredura” das regiões em que o bóson de Higgs poderia ser descoberto durou quase dois anos.

— Analisamos mais de 10 trilhões de colisões até encontrá-lo — lembra o pesquisador, integrante da equipe brasileira envolvida no experimento CMS.

Novos estudos em 2015

O LHC passa agora por um upgrade e, até 2015, promoverá colisões de partículas com quase o dobro de energia. Espera-se que, a partir de então, seria possível simular a formação do Universo, 13,82 milhões de anos atrás.

— Identificar o bóson de Higgs no LHC foi como encontrar uma agulha em um palheiro. Agora, vamos aumentar este palheiro, ou seja, aumentar a aceleração das partículas — revela José Manoel Seixas, professor do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe/UFRJ e um dos coordenadores do grupo brasileiro do experimento Atlas. — Desta forma, poderemos analisar outras interações da matéria.

A partícula de Higgs foi encontrada, mas o homem que a descreveu sumiu ontem. Os organizadores do Prêmio Nobel não conseguiram entrar em contato com o cientista. Segundo um amigo dele, o também físico Alan Walker, Higgs viajou sem dizer o seu destino. Como ele não usa celular ou computador, talvez, segundo Walker, ele ainda não saiba que ganhou o prêmio.

Precavido, Higgs, antes de desaparecer — e do resultado do prêmio — deixou uma nota, divulgada ontem pela Universidade de Edimburgo, da qual é professor emérito: “Estou extremamente honrado por receber este prêmio e agradeço à Academia Real das Ciências da Suécia”.

Englebert, por sua vez, afirmou não saber o que fará com o prêmio de oito milhões de coroas suecas (R$ 2,7 milhões), que dividirá com Higgs.

— Não é desagradável receber o Nobel — brincou, em entrevista por telefone durante a premiação. — Ainda há questões muito importantes que precisam ser respondidas na física de partículas.

O modelo só descreve a matéria visível, o que corresponde a 20% da massa do Universo. O resto é matéria escura, um campo ainda pouco estudado. Sabe-se que ela evitaria a separação das galáxias. Os pesquisadores esperam que a partícula de Higgs estabeleça o contato entre as duas matérias. A hipótese será analisada nos novos estudos com o LHC.

Renato Grandelle (Email · Facebook · Twitter)

Publicado:8/10/13 – 8h44

Atualizado:8/10/13 – 20h11

 

O que afinal é o Bóson de Higgs?

DENNIS OVERBYE do The New York Times (Email)

Física de Alta Energia não é algo normalmente associado à cultura pop, mas o gigantesco equipamento de acelerador de partículas do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), onde os físicos recentemente descobriram o que pode ser o Bóson de Higgs, ganhou os holofotes nos últimos tempos.

Primeiro, ele foi a origem da antimatéria que ia explodir o Vaticano no filme e livro “Anjos e Demônios”. Em seguida, ele iria destruir o mundo, como críticos chegaram a alegar, afirmando que o experimento de alta energia poderia criar um mini buraco negro que poderia se expandir e acabar engolindo a Terra. Artistas, particularmente fotógrafos, descobriram a beleza da escala gigantesca do colisor, e fizeram trabalhos artísticos inspirados nele.

Uma pequena indústria se desenvolveu explicando sobre a busca do colisor de partícula com o nome folclórico do bóson de Higgs, o que poderia explicar por que as coisas no universo têm massa. No último inverno, Lisa Randall, uma pesquisadora proeminente de Harvard, sentou-se comigo para falar sobre essa missão. Tudo o que ela disse ainda é verdade.

Pergunta: Em 1993, o Congresso dos Estados Unidos cancelou o programa de um colisor maior, o supercondutor super colisor, o que teria sido maior do que a máquina do Cern. Será que ele teria encontrado a partícula de Higgs anos atrás?

Resposta: Sim, se tivesse seguido o cronograma. E teria sido capaz de encontrar coisas além de um simples bóson de Higgs também. O Grande Colisor de Hádrons também poderia alcançar o feito, mas com a sua energia mais baixa seria um trabalho mais difícil e que exigiria mais tempo

Kathryn Grim adotou uma abordagem mais leve: “As dez coisas que você pode não saber sobre o bóson de Higgs”, publicado originalmente em Symmetry, uma revista para os físicos. E a BBC publicou um texto de perguntas e respostas básicas sobre a partícula Higgs.

Peter Higgs, o professor da Universidade de Edimburgo, que deu nome à partícula, tornou-se conhecido em 2011 quando foi citado pelo professor Brian Greene em episódios de vídeo produzidos pela “Nova”, em que descreveu um pouco da agonia de nascimento da partícula. E a charge PhD Comics, de Jorge Cham, também abordou o assunto.

Se tudo isso falhar, você pode jogar o jogo Agente de Higgs. Ou segui-lo no Twitter.
Como essa notícia pode aparecer no ENEM?

1. Questões relacionadas às teorias atômicas: Histórico dos modelos atômicos e das suas partículas fundamentais; número atômico, número de massa, semelhança de espécies (isótopos, isóbaros, isótonos), espécieis isoeletrônicas.

2. Radioatividade – Natureza das radiações (partículas: alfa, beta, gama, próton, nêutron); meia-vida, gráficos de decaimento radioativo; fissão e fusão nuclear.

3. Cinética química – velocidade de desintegração, fatores que influenciam na velocidade das reações.

 

Veja um exemplo de questão típica:

O acelerador de partículas é um sistema utilizado para estudos da estrutura da matéria e física nuclear. Em um experimento realizado no acelerador, foram projetadas partículas que, ao colidirem com uma placa, geraram um tipo de espécie que apresenta 30 prótons, 28 nêutrons e 29 elétrons. Pode-se afirmar que esta espécie é um:

a) cátion monovalente, com número de massa igual a 59.
b) ânion bivalente, com número de massa igual a 58.
c) ânion monovalente, com número de massa igual a 57.
d) cátion monovalente com número de massa igual a 58.
e) cátion monovalente com número de massa igual a 57.

Resolução e  discussão do Mazzei:

Para responder essa questão basta saber os seguintes conceitos básicos:

1°) A massa da espécie é dada pela soma dos nêutrons com os prótons,  já que o elétron tem massa desprezível (cerca de 1836 vezes menor que a massa de um próton/nêutron);
2°) Uma espécie que o número de elétrons é maior que o número de prótons é chamada de ânion; uma espécie que o número de prótons é maior que o número de elétrons é chamada de cátion.

Nesse caso, a massa é 30+28 = 58 e podemos concluir que é um cátion, já que o número de prótons é maior que o número de elétrons.
Portanto, letra “d”.

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 CONHEÇA A PLANTA QUE DÁ BATATAS E TOMATES

Não é a premissa de um filme de terror trash: no Reino Unido, uma planta que dá batatas e tomates ao mesmo tempo foi desenvolvida e será colocada no mercado. Uma empresa de horti-fruti chamada Thompson and Morgandisse que está trabalhando na variedade há mais de 15 anos, mas só agora atingiu um resultado bom – as outras tentativas, aparentemente, deixaram a desejar no sabor dos dois alimentos.

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De acordo com o site oficial da Thompson and Morgan, a planta, chamada de maneira infame de TomTato – algo como “Tomtata” -, não foi geneticamente modificada, mas desenvolvida usando uma técnica chamada enxertia, que une os tecidos de duas plantas em uma terceira planta única.

A ideia não é plantar a TomTato em larga escala, mas dar aos jardineiros domésticos, que mantém uma horta no quintal, a possibilidade de economizar espaço e ter duas plantas em uma. Ou seja: elas foram feitas para crescer em vasos simples. Vale mandar o seu amigo que está de malas prontas pra Inglaterra trazer uma muda.

De acordo com a empresa, a planta dura uma estação e, assim que os tomates estiverem maduros e prontos para serem colhidos, as batatas também poderão ser desenterradas e consumidas.

paca saber mais: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI343330-17770,00-CONHECA+A+PLANTA+QUE+DA+BATATAS+E+TOMATES.html

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 Cientistas confirmam novo elemento superpesado com 115 prótons

 Por Caroline Hecke em 28/08/2013
Cientistas confirmam novo elemento superpesado com 115 prótons
Fonte da imagem: Reprodução/Patterntology

Pesquisadores suecos confirmaram hoje (28) a existência de um novo elemento superpesado, apelidado temporariamente de “ununpentium” (ununpêntio, em português), com base nas palavras latinas e gregas relativas aos dígitos de seu número atômico. O elemento, que deve ocupar a posição 115 na tabela periódica, foi proposto pela primeira vez por cientistas russos em 2004 e foi criado por uma equipe sueca da Universidade de Lund.

Para isso, eles dispararam um feixe de cálcio, que tem 20 prótons, em um pedaço de amerício, que tem 95 prótons. Por um segundo inteiro o ununpêntio explodiu, gerando os 155 prótons. O numero atômico de prótons é o mesmo numero de prótons que o elemento contém. Até agora, o elemento mais pesado encontrado na natureza é o urânio, com 92 prótons, no entanto cientistas são capazes de carregar ainda mais os prótons em no núcleo atômico, fazendo elementos mais pesados por meio de reações de fusão nuclear.

A importância da descoberta é enorme para a comunidade científica. Segundo o site Christian Science Monitor, os cientistas esperam que, ao criar elementos mais pesados , poderão encontrar a chamada “ilha de estabilidade”.

A ilha da estabilidade é uma região hipotética desconhecida na tabela periódica, na qual ficam elementos superpesados estáveis, com “usos práticos inimagináveis” — elementos pesados geralmente são instáveis e duram pouco menos de uma fração de segundo antes de começar a decair.

Apenas uma fração da tabela periódica estendida (já contando com alguns elementos superpesados) mostra o potencial de pesquisa sobre a Ilha da Estabilidade 

Com o ununpêntio, que ficou mais de um minuto em plena explosão, os cientistas precisaram de detectores especiais para procurar rastros de energia derivada da radiação de raios x prevista para ser emitida pelo elemento 155.

Antes que o elemento seja confirmado oficialmente e adicionado à tabla periódica, o fato deve ser auditado e confirmado pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC em sigla original). A IUPAC deve rever as descobertas e definir se novos experimentos são necessários antes da oficialização do elemento 115.

Alguns dos elementos vizinhos ao 115 foram batizados recentemente. No ano passado, os elementos 114 e 116 passaram pelo mesmo processo e foram nomeados oficialmente de Flerovium (Fl) e Livermorium (Lv).

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Lagartixa subindo pela parede – Uma questão de ligação Química

 Já parou para pensar como as lagartixas sobem e descem por aí sem cair no chão?

Existem cerca de 1.500 espécies conhecidas de lagartixas que vivem em regiões de clima quente em todo o mundo. Algumas destas espécies vivem em nossas residências, onde elas se alimentam de moscas, mosquitos, aranhas e outros pequenos insetos. Você certamente já observou estes pequenos répteis andando à noite pelas paredes, ou parados no teto, à procura de comida, e deve ter se perguntado: como será que eles não caem? Pois saiba que esta questão tem intrigado muitas pessoas ao longo do tempo.

Aristóteles

O filósofo grego Aristóteles, que viveu no século IV A.C, já tinha escrito sobre a habilidade das lagartixas em subir e descer de árvores, inclusive de cabeça para baixo (Imagem: Wikimedia Commons)

A capacidade adesiva das patas das lagartixas está sendo estudada por muitos pesquisadores – também, as pequeninas têm características extraordinárias! Por um lado, a aderência das patas é muito forte, capaz de segurar o animal em posições inimagináveis. Por outro, esse efeito de “adesivo” é formado e desfeito muito facilmente, para que a lagartixa possa andar rápido. Isso sem falar que as danadas grudam em quase qualquer tipo de superfície, inclusive no vácuo ou em superfícies molhadas.

Para você ter uma ideia, uma lagartixa pode subir uma parede completamente vertical a uma velocidade de até um metro por segundo e, nessa tarefa, gruda e desgruda as patas mais de 20 vezes por segundo. O segredo da fantástica capacidade de adesão das patas das lagartixas está baseado em sua estrutura e nas substâncias que as recobrem.

Elas são capazes de formar um tipo de ligação com as superfícies chamada ligação de van der Waals ou ligação hidrofóbica – uma forma de atração que ocorre entre moléculas que se encontram muito próximas umas das outras. Como ocorrem muitos milhões de ligações desse tipo no ponto de contato entre a pata e a superfície, o resultado é um conjunto de ligações com força suficiente para suportar o peso do animal.

Lagartixa

Os cientistas aprenderam muitas coisas com as lagartixas. O resultado dessas pesquisas foi a invenção de novos adesivos e pequenos robôs capazes de escalar superfícies (Foto: Wikimedia Commons)

A superfície da pata da lagartixa é dividida em muitas seções, chamadas de lamelas, cada uma delas recoberta por um arranjo uniforme de cerdas (como em uma escova de dentes). Essas cerdas são formadas por uma proteína chamada beta queratina – semelhante à que forma nossos cabelos. Cada cerda se ramifica em até mil filamentos de diâmetro muito pequeno conhecidos como espátula, que tem ponta triangular. Esta organização aumenta os pontos de contato entre a pata e a superfície e ajuda no processo de adesão.

Aranha na parede

O mesmo princípio usado pelas lagartixas é também usado por outros animais que andam pelas paredes, como besouros, moscas e aranhas (Foto: Flickr / the_boglin / CC BY-NC-ND 2.0)

O segredo completo da adesão das patas das lagartixas só foidescoberto em 2011, quando cientistas japoneses estudaram, com a ajuda de aparelhos muito sensíveis, a diminuta quantidade de resíduos deixados nas pegadas destes animais. O principal componente do rastro deixado pelas lagartixas foi o fosfolipídio chamado fosfatidilcolina (um tipo de gordura). A substância, descobriram, recobriria as espátulas e ajudaria na capacidade de adesão.

A compreensão da forma como as lagartixas controlam a capacidade adesiva de suas patas poderá levar à fabricação de equipamentos capazes de fazer escaladas suportando grande peso e permitirá ao homem no futuro, por exemplo, escalar montanhas, como o Pão de Açúcar, sem a ajuda de cordas ou grampos. Quem quer ser o primeiro?

Fonte: Laboratório do Sr. Q – Joab Trajano Silva,Instituto de Química, Universidade Federal do Rio de Janeiro

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A Química Envolvida na Cor da Pele

A cor da pele depende somente da quantidade de melanina que é produzida pelos melanócitos, por meio de uma reação de oxidação da tirosina.

Faz algum sentido julgar uma pessoa pela quantidade de melanina que ela produz?

Sabe qual é o maior órgão do corpo humano? A resposta a essa pergunta é a pele. Ela é responsável por cerca de 15% de todo o peso de um indivíduo adulto e apresenta funções importantes para o corpo, como revestir o organismo, fornecer proteção imunológica, regular a temperatura do corpo, proporcionar sensibilidade tátil e térmica e produzir secreções como o suor e o sebo (gordura).

Infelizmente, porém, muitas pessoas se atentam a uma parte da pele e a usam de forma descabida para julgar o caráter de outros. Trata-se da cor da pele. No entanto, analisar a sua constituição química e o que resulta em tons de peles diferentes, pode nos ajudar a ver que todos nós temos a mesma origem e somos iguaissendo esse preconceito muito fútil.

A pele é formada basicamente por três camadas: epiderme, derme e hipoderme. Conforme se pode ver na ilustração abaixo, a hipoderme é a camada mais profunda, mais interna, formada pelo tecido adiposo (gordura) e onde se encontra grande quantidade de vasos sanguíneos. A derme é a parte intermediária, onde ficam as glândulas sebáceas e sudoríparas, os vasos sanguíneos também, os folículos pilosos e os músculos da pele. E finalmente, a parte superior, externa, é uma camada fina chamada epiderme.

Camadas da pele: epiderme, derme e hipoderme

A cor da pele se deve à quantidade de um polímero natural, a melanina, um pigmento biológico que é produzido na epiderme. Esse polímero é quimicamente considerado de massa e complexidades variáveis, sendo sintetizados pelos melanócitos. Os melanócitos são células situadas na camada basal da pele, entre a epiderme e a derme. A produção da melanina pelos melanócitos é feita a partir da oxidação progressiva do aminoácido tirosina.

A melanina que dá o tom da pele é produzida no melanócito

Assim, quanto maior a quantidade de melanina produzida, mais escuro será o tom da pele e vice-versa.

Isso nos leva a concluir que toda forma de pele possui a mesma constituição. Não só a pele, mas toda forma de vida possui basicamente a mesma essência: átomos que se combinam para formar moléculas, que, por sua vez, reagem formando os mais diversos compostos. Esse ciclo é interminável, pois o número de átomos que forma o universo é praticamente constante, sendo trocados a cada momento entre os seres vivos e o ambiente.

Portanto, será que faz algum sentido nos considerarmos superiores uns aos outros, sendo que todos temos a mesma origem?  Ou julgar e ter preconceito pela pessoa somente pelo fato de produzirmos mais ou menos melanina que ela? Não deveríamos valorizar mais os neurônios do que os melanócitos?

Realmente, não faz nenhum sentido. O caráter de uma pessoa independe da cor da pele; por isso, devemos exterminar toda e qualquer espécie de preconceito.

A cor da pele não indica o caráter de uma pessoa

Por Jennifer Fogaça
Graduada em Química

Fonte: Brasil Escola

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Cientistas capturam imagem de reação química pela primeira vez
Com equipamentos poderosos e um pouco de sorte, os cientistas conseguiram captar moléculas sendo quebradas e reconstruídas.
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Por Renan Hamann em 08/06/2013
Em toda a história da ciência, nenhum laboratório havia conseguido capturar imagens de reações químicas em alta resolução. Pelo menos não até agora, pois um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley) conseguiu realizar o que todos tentavam há décadas. E o mais curioso é que isso aconteceu de uma maneira quase acidental.

Utilizando um microscópio de alta potência, eles estavam tentando realizar uma série de reações com grafeno. Com muita sorte, conseguiram chegar às imagens que você pode ver nesta notícia. Para o site Mashable, um dos cientistas afirma: “Nós não estamos pensando em fazer imagens bonitas, as reações eram o grande objetivo!”.

Essa é a primeira vez na história que um grupo de cientistas conseguiu capturar imagens em alta resolução de uma molécula sendo quebrada e depois tendo seus átomos realocados em outra liga. Para a sorte de todos, o processo ocorreu exatamente como todos imaginavam — em caso contrário, boa parte do que sabemos sobre ciência seria jogado no lixo.

Agora, os responsáveis pelo projeto estão confiantes em um futuro interessante para a ciência. Segundo eles, apesar de o ocorrido parecer muito simples, há grandes descobertas envolvidas no processo. Essas novas imagens podem, inclusive, colaborar nas pesquisas de nanoestruturas e até mesmo contribuir para novos métodos de arquitetura eletrônica em nanoescalas.

 Cientista usa elementos químicos para criar formas de flores

O cientista Wim L Noorduin, da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas (SEAS, na sigla em inglês) em Harvard, nos EUA, aprendeu a manipular gradientes químicos para criar estruturas microscópicas semelhantes a flores

jaedim carbonatos

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 Professores percorrem 29 cidades em carro movido a óleo de fritura

Três professores da rede estadual do Rio de Janeiro resolveram fazer uma viagem de 22 mil quilômetros até a cidade argentina de Ushuaia, conhecida como “fim do mundo”, numa Mercedes ano 58 movida a óleo de fritura. Gilmar Guedes, Marco Aurélio Berao e Robson Silva Macedo saíram em direção ao sul da Argentina, em janeiro deste ano, a bordo do carro abastecido pelo combustível fornecido em parte pelos alunos do Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht, na Taquara, zona oeste do Rio, onde lecionam.

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Os professores contaram à reportagem do UOL que, através da viagem, queriam despertar nos alunos a motivação pelos estudos.

“Nós queríamos mostrar aos alunos que quando se tem um sonho, a gente deve acreditar nele. Exige esforço, exige renúncia, mas, com força de vontade, a gente consegue”, disse Guedes, que ministra aulas de filosofia. “A intenção era mostrar que, se nós conseguimos fazer uma viagem até o fim do mundo, o aluno pode, com determinação, chegar a uma faculdade, um curso técnico”, declarou Macedo, responsável pela disciplina de religião. “Se três professores, que são pessoas comuns como eles, conseguem fazer uma viagem ao fim do mundo, eles [os alunos] também podem conseguir os objetivos deles”, completou Berao, que dá aulas de biologia.

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Molécula Individual é “fotografada” pela primeira vez

11.06.2013
 Cientistas da IBM, em Zurique, produziram a primeira imagem da “anatomia” de uma molécula. Embora os mais poderosos microscópios já tenham conseguido fazer imagens de átomos individuais, que são muito menores, as moléculas são muito mais sensíveis e não existia até agora um equipamento capaz de “fotografá-las” diretamente.

O termo fotografia, como comumente usado, não é exato porque a imagem é gerada pela interação entre a ponta de prova de um microscópio de força atômica e a molécula que está sendo observada. As medições dessas interações são interpretadas pelo software do microscópio, que produz uma imagem do relevo da molécula.

Imagens das estruturas atômicas

“Embora não seja uma comparação exata, se você pensar em como um médico usa um raio X para fazer imagens dos ossos e dos órgãos internos do corpo humano, nós estamos usando o microscópio de força atômica para fazer uma imagem das estruturas atômicas que são a espinha dorsal das moléculas individuais,” disse o Dr. Gerhard Meyer, que coordenou o grupo de pesquisadores.

A nova tecnologia de imageamento molecular terá grande impacto em todas as pesquisas envolvendo as nanociências e nanotecnologias, além da biologia, química e eletrônica molecular.

Tipos de microscópios eletrônicos

As primeiras imagens de átomos individuais foram geradas ainda nos anos 1970 alvejando-se uma amostra metálica com um feixe de elétrons, uma técnica chamada Microscopia de Transmissão Eletrônica (TEM – Transmission Electron Microscopy). O problema com essa técnica é que o feixe de elétrons destrói as ligações entre os átomos que formam a molécula, tornando impraticável a geração da imagem de uma molécula inteira.

Uma outra técnica de imageamento atômico é chamada Microscopia de Varredura por Tunelamento (STM – Scanning Tunnelling Microscopy), que usa uma ponta de prova para medir a densidade das cargas elétricas de cada átomo.

A terceira técnica, que foi a base para o avanço agora alcançado pelos cientistas da IBM, é a Microscopia de Força Atômica (AFM – Atomic Force Microscopy), que produz as imagens medindo a força de atração entre os átomos da amostra e a ponta de prova do microscópio. É como se a ponta de prova, que é tão fina que sua extremidade pode conter um único átomo, “apalpasse” a amostra. A imagem é criada a partir das variações na intensidade da força de interação entre a ponta de prova e o átomo.

Interação molecular

Embora o AFM tivesse tudo para ser usado para gerar imagens de moléculas inteiras, sua ponta acaba interagindo com a molécula, impedindo a aquisição da imagem.

Os cientistas resolveram este problema colocando na ponta de prova do microscópio uma molécula de monóxido de carbono. Como amostra, eles usaram uma molécula chamada pentaceno, uma molécula orgânica que possui 22 átomos de carbono e 14 átomos de hidrogênio e mede 1,4 nanômetro de comprimento.

Nesta configuração, a molécula de pentaceno entra em contato apenas com a molécula pouco reativa de oxigênio do monóxido de carbono, não correndo o risco de se quebrar ou de simplesmente grudar na ponta do microscópio devido às forças eletrostáticas ou de van der Waals.

Forças de atração e repulsão

Embora as forças de van der Walls atraiam a molécula para a ponta de prova, um efeito da mecânica quântica, chamado Princípio da Exclusão de Pauli, empurra-a de volta. Isto acontece porque os elétrons no mesmo estado quântico não podem se aproximar demais.

Como os elétrons ao redor da molécula de pentaceno e os elétrons ao redor da molécula de monóxido de carbono estão no mesmo estado, cria-se uma pequena força repulsiva que as mantém afastadas, permitindo o funcionamento do microscópio de força atômica.

Medindo esta força, os cientistas construíram uma espécie de “mapa topográfico” da molécula, que se transformou nesta imagem histórica, a primeira visualização de uma molécula inteira.

O espaçamento entre os átomos de carbono na molécula é de 0,14 nanômetro. Na imagem pode-se ver claramente o formato hexagonal dos cinco anéis de carbono e a posição de cada átomo individual de carbono. Mesmo as posições dos átomos de hidrogênio podem ser deduzidas a partir da imagem.

A ponta do microscópio passa a apenas 0,5 nanômetro da amostra. Foram necessárias 20 horas de funcionamento do microscópio para se fazer uma única imagem.

O que da notícia acima pode cair no ENEM?

1. Atomística

– É bem clara uma abordagem da estrutura dos átomos quando temos uma notícia como essa. Noções de eletrosfera e distribuição eletrônica são temas possíveis.

2. Ligações Químicas

– Ligações interatômicas e intermoleculares foram citadas no texto. O correto entendimento das mesmas é fundamental para a prova do ENEM. Leia mais dos dois tópicos nos posts de Ligações Químicas clicando aqui.

Exercício

A figura abaixo traz um modelo da estrutura microscópica de determinada substância no estado sólido, estendendo-se pelas três dimensões do espaço. Nesse modelo, cada esfera representa um átomo e cada bastão, uma ligação química entre dois átomos.

A substância representada por esse modelo tridimensional pode ser:

a) sílica, (SiO2)n.

b) diamante, C.

c) cloreto de sódio, NaCl.

d) zinco metálico, Zn.

e) celulose, (C6H10O5)n.

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Novos Elementos Químicos – Novos amigos !!

Boas vindas a fleróvio e livermório

A tabela periódica ganha mais dois elementos químicos criados por cientistas

 Em maio, a União Internacional de Química Pura e Aplicada deu nome a dois novos elementos químicos: o fleróvio e o livermório. Eles já faziam parte da tabela periódica, que reúne os elementos fundamentais na formação de todas as substâncias encontradas na natureza (e mais algumas). Agora, deixaram para trás os nomes provisórios para ter identidade própria!

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ULTRA-EVER DRY O SUPER REPELENTE QUE TE VAI DEIXAR DE BOCA ABERTA

O Ultra-Ever Dry é uma espécie de cobertura super hidrofóbica e oleofóbica – o que significa que repele a maior parte de substâncias líquidas.

Serve para revestir objetos e mantê-los completamente secos, objetivo alcançado graças à nanotecnologia. As suas propriedades fazem com que uma barreira de ar seja criada à volta do objecto que está a ser revestido, impedindo que o líquido penetre e molhe a superfície.

Assiste ao vídeo que te vai deixar espantado. Espero que isto se comece a adaptar a roupas e equipamentos. Seria fantástico.

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 USP usa raios gama para esterilizar mosquito transmissor da dengue

Enquanto na ficção a radiação gama conferiu poderes extraordinários ao Incrível Hulk, na vida real ela ajuda a dificultar a vida do mosquito da dengue, prejudicando sua capacidade reprodutiva.

Cientistas do Cena (Centro de Energia Nuclear na Agricultura) da USP de Piracicaba desenvolveram uma técnica que usa radiação para tornar o Aedes aegypti estéril.

Usando uma fonte de Cobalto-60, os pesquisadores fazem uma espécie de “bombardeio” de raios gama no inseto. A técnica, chamada de irradiação, já tem uso consagrado em várias outras aplicações, inclusive na indústria de alimentos.

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Nanopartículas de ouro transportam medicamentos para tratar o câncer

Drogas inteligentes

Usando nanopartículas de ouro e luz infravermelha, pesquisadores do MIT desenvolveram um novo sistema de transporte de medicamentos no interior do corpo humano que permite que múltiplas drogas sejam liberadas no local adequado e de forma controlada no tempo.

O sistema, conhecido como drug delivery (um termo que em português se convencionou traduzir por drogas inteligentes), no futuro poderá ser utilizado para dar maior controle na aplicação de quimioterapias no tratamento de diversos tipos de cânceres, que são normalmente tratados com um conjunto de medicamentos.

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 Astrônomos encontram reserva de petróleo no espaço
petroleo cosmico

De acordo com uma notícia divulgada pelo Instituto  de Radioastronomia Milimétrica (IRAM), localizado na Espanha, um grupo  internacional de astrônomos descobriu vastas quantidades de petróleo na Nebulosa  Cabeça de Cavalo, localizada na Constelação de Órion.

Segundo o IRAM, os astrônomos detectaram a presença de uma nova molécula  interestelar — chamada C3H+ — na nossa galáxia, pertencente à família dos  hidrocarbonetos, ou seja, os compostos químicos que compõem o petróleo e o gás  natural. Os cientistas fizeram a descoberta com o uso de um radiotelescópio de  30 metros, afirmando que essa região do espaço é uma verdadeira refinaria  cósmica

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 Múmia conservou glóbulos vermelhos por mais de 5 mil anos

O corpo mumificado de Otzi, o homem de Similaun descoberto em 1991 em um glaciar entre Áustria e Itália, conservou glóbulos vermelhos durante mais de 5.000 anos, segundo um estudo publicado na última terça-feira (1º) pela revista britânica Royal Society.

A múmia de Otzi, muito bem conservada pelo glaciar, continha tecidos intactos ao ser descoberta, e inclusive elementos do sistema nervoso, mas os primeiros estudos científicos não tinham conseguido detectar nenhum rastro de sangue.

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Pele sintética feita de plástico conduz eletricidade e se “cura” sozinha em 30 minutos

Equipe de químicos e engenheiros da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveu um material químico, flexível e sensível ao toque que é capaz de se recuperar de rasgos e cortes rapidamente. A pesquisa liderada pela professora Zhenan Bao foi publicada na edição mais recente da revista Nature Nanotechnology.

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Como funcionam os aceleradores de partículas

No início do século XX, descobrimos a estrutura do átomo. Descobrimos que o átomo era feito de fragmentos bem pequenos chamadospartículas subatômicas: mais notadamente o próton, o nêutron e o elétron. Entretanto, os experimentos conduzidos na segunda metade do século XX com os “quebradores de átomos”, ou os aceleradores de partícula, revelaram que a estrutura subatômica do átomo era muito mais complexa. Os aceleradores de partículas podem pegar uma partícula, tal como um elétron, acelerá-lo até quase a velocidade da luz, colidi-lo com um átomo e dessa forma descobrir suas partes internas.

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A Química e o Futebol

Uma verdadeira equipe de produtos químicos marca presença nos estádios de futebol. Repare no gramado. Lá podem estar os fertilizantes agrícolas, que jogam em conjunto com os herbicidas para manter verde, firme e uniforme, a base em que rola a “pelota”. E por falar em bola, adivinhe só quem suporta tantos chutes: o poli (cloreto de vinila), que substituiu com vantagens o couro de procedência animal na fabricação do artigo essencial a qualquer partida: a bola de futebol….

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Marie Curie – Teoria da Radioatividade

“Marie Curie” faz parte da série animada “Os Grandes Personagens da História” que é composta por 20 Desenhos Animados Educacionais de homens e mulheres, com ênfase em suas realizações na história mundial e ciências sociais. Produzido pelos estúdios de Richard Rich, ex-diretor dos estúdios Disney, apresentamos nesta primeira parte 10 Personagens, divididos em 5 DVD’s com duas histórias cada, que marcaram de maneira positiva sua passagem pelo mundo. Indicado para Pedagogos, esta série ensina conceitos como: coragem, autocontrole, justiça, heroísmo, liderança, patriotismo e honestidade.

O trecho destaca o papel da mulher na ciência e os preconceitos da comunidade científica em relação ao desenvolvimento de pesquisas por cientistas mulheres, denotando, com isso, a não existência da neutralidade nesse meio, como quer fazer crer visão positivista da ciência.

Ficha técnica: Grandes Personagens da História: Galileu Galilei e Marie Curie, EUA, 2010, 60min.; COR. Diretor: Jason Connery
Assista ao vídeo 

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Imagens Reais de Átomos

Vídeo que apresenta imagens reais de átomos, capturadas pelo Microscópio de Força Atômica (AFM) que permite ver o mundo nanométrico.
Assista aqui ao Vídeo 

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Você já se perguntou por que estudar Química?

Os alquimistas foram os precursores da química.

Os alquimistas foram os precursores da química.Não é do conhecimento de todos, mas o estudo dessa ciência se relaciona com os avanços tecnológicos. Imagine se uma pessoa que viveu no século XVI pudesse viajar pelo tempo e ver as inúmeras novidades do século XXI? Ela iria encontrar, por exemplo, um aparelho chamado televisão que é um produto da era tecnológica na qual vivemos e se perguntaria: Como isso é possível?Daí você pode pensar: Mas o que um televisor tem a ver com Química? A produção de diversos materiais que constituem a televisão depende dos conhecimentos de Química. E isso acontece também com muitos outros produtos presentes em nosso dia a dia, que em cuja composição a ciência está presente.Nesta seção você terá acesso a inúmeras curiosidades do nosso cotidiano, todas relacionadas com a Química Experimental, saber como são produzidos os mais variados objetos e de quê eles são feitos. Confira!Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escolabarrinha 8 site

Discussão muito interessante sobre a história e conceitos do átomo

Olá meu povo, veja o trabalho interessante que o pessoal da UNICAMP está realizando sobre este tema.

Assista aqui

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Contém no miojo

A modernidade trouxe mudanças em nossos hábitos, no vestuário e até em nossa alimentação. Diante da correria do dia a dia, quem nunca teve de se conformar com um macarrão instantâneo na hora do almoço? O miojo (nome popular para este tipo de macarrão) veio como uma alternativa para os “apressadinhos” que se quer tem tempo para se alimentar direito.

Agora uma dúvida: será que esse alimento nutre nosso corpo garantindo a reposição física? É claro que não se deve substituir nosso nutritivo e tradicional arroz com feijão por esta guloseima. Apresentamos aqui alguns dos ingredientes presentes nesse tipo de macarrão que permitem que este alimento seja consumido esporadicamente para nosso sustento físico.

Extrato de levedura: este aditivo, também encontrado na cerveja, é rico em vitaminas do complexo B e adicionado ao macarrão para torná-lo mais nutritivo.

Vitamina B6: também conhecida como piridoxina, é encontrada em frutas e cereais e acrescentada ao alimento para completar o complexo vitamínico.

Em se tratando do sabor característico, temos dois ingredientes:

Guanilato dissódico: um pó branco fino que é usado para intensificar o sabor, esse ingrediente também pode ser encontrado em batatas fritas e sopas instantâneas.

Glutamato monossódico: aminoácido que ativa as papilas gustativas e realça o gosto do alimento.

É através destes componentes que o macarrão, mesmo sendo um produto pré-cozido, mantém características que o tornam altamente apetitoso.

Por Líria Alves
Graduada em Química

Fonte: http://www.brasilescola.com/quimica

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Etanol Celulósico

A diversificação na produção de combustíveis é um fator extremamente importante, pois as fontes de origem fóssil, que são as mais utilizadas, irão exaurir-se da natureza, além de serem extremamente poluidoras. Sendo assim, o desenvolvimento de biocombustíveis se tornou uma ótima opção na busca pelo desenvolvimento de novas alternativas de combustíveis.

Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/etanol-celulosico.htm

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 Formiga doente ‘vacina’ o resto da colônia, mostra estudo

Insetos espalham causador da doença entre si em pequenas doses.
Como na vacinação em humanos, medida estimula o sistema imunológico.

Um estudo publicado nesta terça-feira (3/4/2012) mostra que os formigueiros passam por um tipo de campanha de vacinação quando um membro da colônia adquire uma infecção. Segundo os cientistas, o processo natural é eficaz.

Tudo começa quando uma das formigas é infectada por um agente externo que provoca uma doença – na pesquisa, os cientistas usaram um fungo. Em vez de evitar o indivíduo infectado, as demais formigas tomam conta dele, lambendo o fungo para retirá-lo.

As formigas expostas ao fungo desenvolvem o sistema imunológico contra ele. Caso, no futuro, ela venha a se deparar com o mesmo fungo novamente, sua defesa natural saberá combatê-lo e evitar a doença.

Nos humanos, é exatamente isto que a vacina faz. Um agente – normalmente um vírus ou bactéria – é colocado dentro do corpo em uma forma morta ou atenuada, que serve para preparar o sistema imunológico para a ameaça de verdade.

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 Os melhores vídeos de Química !!

A Wired selecionou os 10 melhores filmes com experiências espetaculares de Química. Estes filmes podem ser vistos clicando aqui.

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As melhores tabelas periódicas on line

Desde o início, o Mazzei.com apresenta uma seção interessante dedicada à Tabela Periódica, que é a grande RAINHA da QUÍMICA. Passeando pelo site pontotriplo.org, que é um dos blogs mais legais de Química na net, encontrei esta materia e resolvi postá-la como forma de divulgar para os meus alunos e turistas que por aqui aparecem .

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Sabão caseiro com óleo de cozinha já utilizado

Saiba como fazer em sua casa sabão com óleo de cozinha utilizado. Muitas vezes nos deparamos com a dificuldade da reciclagem do óleo de cozinha utilizado.Você aprenderá um método fácil para o óleo ser reciclado, fazendo sabão.   Clique aqui

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Alarme residencial lança ataque químico ao detectar invasão

Se você não confia em simples alarmes, que tal inserir uma arma química na sala de sua casa para acabar com os ladrões? Essa é a função do Burglar Blaster, que à primeira vista, parece um simples alarme.

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O ÁLCOOL É VICIANTE PORQUE LIBERA ENDORFINAS NO CÉREBRO PROVOCANDO SENSAÇÃO

Beber álcool leva à liberação de endorfinas em áreas cerebrais que produzem sentimentos de prazer e recompensa, de acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da Clínica Ernest Gallo e do Centro de Pesquisa daUniversidade da Califórnia, San Francisco (UCSF).

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Barata cyborg obtém sua própria fonte de energia elétrica

Os pesquisadores criaram uma célula de combustível implantável que pode fazer uma barata gerar energia elétrica. Este é um passo importante para criar insetos-robôs híbridos que podem realizar vigilância

Equipado com sensores minúsculos, os insetos poderiam espiar edifícios cheios de produtos químicos nocivos, verificar sob os escombros após um terremoto e ir a lugares que um espião humano jamais poderia.

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A Descoberta do Rádio(Ra)

Neste tempo de mercantilismo, vale o exemplo de Pierre e Marie Curie, que em 1898 descobriu o Rádio da Pechblenda/uranita.
Pierre e Marie poderiam ter requerido a patente para produzir o novo metal e se tornar milionários.
Porém recusou usando o argumentando que seria contra o espírito científico.
Nem mesmo quando recebeu o Nobel de Física, em 1903, permitiu-se uma vida mais confortável. Dividiu o prêmio com amigos.
Mais sobre o Rádio(Ra) O Rádio ( do latim “radius” , raio ) é um elemento químico de símbolo Ra , número atômico 88 ( 88 prótons e 88 elétrons ) com massa atómica [226] u, pertencente a família dos metais alcalino-terroso, grupo 2 da classificação periódica dos elementos. À temperatura ambiente, o rádio encontra-se no estado sólido.
É um metal altamente radioativo encontrado em minerais de urânio como na pechblenda. As suas aplicações são derivadas do seu caráter radioativo. Foi usado em medicina, porém substituído por radioisótopos mais eficientes.
Pechblenda A pechblenda é uma variedade, provavelmente impura, de uraninita. Dela é retirado o urânio, que é constituinte de muitas rochas. É extraído do minério, purificado e concentrado sob a forma de um sal de cor amarela, conhecido como “yellowcake”. Yellowcake signfiica, literalmente, “bolo amarelo”. Deve seu nome à intensa coloração amarela, característica dos compostos secundários de urânio, como pode ser visto na figura que ilustra esta página.
O minério de urânio é retirado da mina e, após processos de extração, é enviado para usina de beneficiamento para obtenção do concentrado de urânio, cuja composição química é o diuranato de amônia, conhecido como yellowcake ou concentrado de U3O8.
O Brasil é dono da quinta maior reserva de urânio do mundo, de aproximadamente 300 mil toneladas.
Foi numa amostra de pechblenda que Marie Curie descobriu o rádio.

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10 Curiosidades Científicas

Se uma pessoa gritasse durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, teria produzido energia suficiente para aquecer uma xícara de café…
Em 10 minutos, um furacão produz mais energia do que todas as Armas Nucleares juntas.
A probabilidade de você viver até os 116 anos é de um em 2 bilhões.
É fisicamente impossí­vel lamber o próprio cotovelo.
Um raio atinge uma temperatura maior do que a da superfície do sol.
Os raios se movem com velocidade média de 246 km/s para descargas com polaridade positiva e 304 km/s para as descargas de polaridade negativa.
No núcleo do sol, a cada segundo, 600 milhões de toneladas de hidrogênio se convertem em héio.
Um pedaço de uma estrela de neutrons do tamanho de uma cabeça de alfinete pesaria um milhão de toneladas.
O eco que ouvimos em certas ocasiões é devido à repetição de um som pela reflexão da sua onda sonora.
O grafite do lápis e o diamante possuem a mesma forma química e se diferenciam unicamente pela estrutura cristalina
Fonte: http://fisicomaluco.com/wordpress/2008/03/06/top-10-curiosidades-cientificas/

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AEROGEL – O Material mais caro do mundo

O Aerogel é um material sólido mesoporoso extremamente leve derivado de um gel, no qual a sua parte líquida foi substituida por um gás. O resultado desse processo é um bloco sólido com densidade extremamente baixa e com várias propriedades notáveis, entre as quais destaca-se excelente eficiência como isolante térmico e elétrico, além de ser o material sólido mais leve que existe.Devido as suas características físicas (baixa densidade, transparência e difusão da luz) esse material recebeu o apelido de fumaça sólida.O Aerogel foi inventado por Steven Kistler, em 1931. O primeiro resultado foi o gel de silício, mas o aerogel pode ser feito de diversos materiais. O trabalho de Kistler envolveu aerogéis baseados em dióxido de silício, óxido de alumínio, óxido de cromo III, e estanho. Aerogéis de carbono foram criados pela primeira vez no final década de 1990.


O aerogel foi originalmente desenvolvido em 1930, mas permaneceu como mera curiosidade científica até 1960, quando os cientistas começaram a considerá-lo como um meio de armazenamento de combustível de foguetes. Os primeiros aerogel eram feitos de sílica, com uma composição química semelhante ao vidro. Embora leves, mesmo os aerogel fabricados atualmente são extremamente frágeis e quebradiços, o que limita sua aplicabilidade prática.


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Como agem os xampus e condicionadores em seu cabelo

Ambos possuem, em sua formulação, moléculas de surfactantes. Os xampus e condicionadores diferem, basicamente, na carga do surfactante: os xampus contém surfactantes aniônicos, enquanto que os condicionadores têm surfactantes catiônicos. Quando o cabelo está sujo, ele contém óleo em excesso e uma série de partículas de poeira e outras sujeiras que aderem à superfície do cabelo. Esta mistura é, geralmente, insolúvel em água – daí a necessidade de um xampu para o banho. O  surfactante ajuda a solubilizar as sujeiras, e lava o cabelo.
Um problema surge do fato de que surfactantes aniônicos formam complexos estáveis com polímeros neutros ou proteínas, como é o caso da queratina. O cabelo, após o uso do xampu, fica carregado eletrostaticamente, devido a repulsão entre as moléculas de surfactantes (negativas) “ligadas” à queratina. É aí que entra o condicionador: os surfactantes catiônicos interagem fracamente com polímeros e proteínas neutras, e são capazes de se agregar e arrastar as moléculas de xampu que ainda estão no cabelo. Nos frascos de condicionadores existem, ainda, alguns produtos oleosos, para repor a oleosidade ao cabelo, que foi extraída com o xampu.
O cabelo, após o condicionador, fica menos carregado e, ainda, com mais oleosidade.
Segundo este critério, não existe xampu “2 em 1”, ou seja, uma formulação capaz de conter tanto um surfactante aniônico como um catiônico. Os produtos encontrados no mercado que se dizem ser “xampu 2 em 1” são, na verdade, xampus com surfactantes neutros ou, ainda, surfactantes aniônicos com compostos oleosos, que minimizam o efeito eletrostático criado pelo xampu normal.

Fonte: http://www.cienciaquimica.hpg.com.br/curiosidades/curiosidades.htm#Ambos

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Por que o vaga-lume acende

Na certa uma questão intrigante que nem damos tanto valor pode ser uma coisa primordial na natureza
Quem nunca viu, pessoalmente, na TV ou em fotos, uns bichinhos muito curiosos que brilham no escuro? São os vaga-lumes ou pirilampos. Eles produzem luz principalmente por dois motivos:
1) Para se defender e se reproduzir. Imagine um louva-a-deus aproximando-se de um pequeno vaga-lume “apagado”. Este não teria chance de escapar. Mas, quando ele acende sua “lanterna”, acaba assustando esse predador.


2) Os lampejos também são utilizados para atrair o sexo oposto na hora da reprodução. Para gerar luz, várias reações químicas acontecem no corpo do inseto, consumindo uma grande quantidade de energia e também oxigênio, que são usados como combustível. A cor da luz varia de acordo com a espécie do vaga-lume e é determinada por pequenas variações nos compostos que participam das reações químicas.
Na reação química, cerca de 95% aproximadamente da energia produzida transforma-se em luz e somente 5% aproximadamente se transforma em calor. O tecido que emite a luz é ligado na traquéia e no cérebro dando ao inseto total controle sobre sua luz.
Infelizmente, os vaga-lumes estão ameaçados pela forte iluminação das cidades, pois quando entram em contato com essa forte iluminação, sua bioluminescência é anulada interferindo fortemente na reprodução podendo até serem extintos.

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